Ex-presidente já apresentou melhora clínica, mas não tem previsão de alta
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta segunda-feira, 23, a favor da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”, salienta o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
A defesa de Bolsonaro protocolou o pedido nos últimos dias. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Moraes remeteu os laudos médicos para a PGR e pediu a manifestação. Bolsonaro está internado há mais de duas semanas e, apesar de ter apresentado melhora clínica, segundo os últimos dois boletins, a alta da internação ainda não tem data para acontecer.
De acordo com o hospital, a situação atual é de melhora clínica e radiológica da pneumonia, com estabilidade hemodinâmica. Jair permanece, entretanto, com necessidade de tratamento antibiótico e monitorização clínica por 7 a 14 dias, a depender da evolução clínica e laboratorial.
