Rafael Collada destacou como positiva e assertiva a decisão da administração municipal
O presidente da Cics Farroupilha, Rafael Collada, destacou como positiva e assertiva a decisão da administração municipal de contratar o estudo para a elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico. Segundo ele, a iniciativa demonstra sensibilidade do poder público ao ouvir as demandas da sociedade organizada e da população.“É uma iniciativa que merece ser elogiada. O estudo vai trazer um diagnóstico completo das necessidades do município e servir como base para decisões futuras, inclusive sobre qual o melhor modelo de prestação de serviço”, afirmou.
De acordo com o presidente, o levantamento técnico será fundamental para orientar os próximos passos, seja na definição de um novo formato de gestão ou até mesmo em uma eventual licitação. “Primeiro é preciso diagnosticar. Depois disso, com base em dados concretos, será possível escolher o melhor caminho para Farroupilha”, ressaltou.
Ele também chamou atenção para a importância estratégica da água para o município. “A água é o maior ativo que Farroupilha tem. Hoje, infelizmente, há descumprimento de contrato, com falta de abastecimento e ausência de rede de esgoto em diversas regiões, inclusive em áreas com empresas instaladas ou em expansão”, destacou.
Entre os pontos citados estão localidades como Linha Palmeiro, além de comunidades como Busa, Vila Nova e Vila Esperança, que enfrentam dificuldades no acesso aos serviços básicos. Segundo ele, essa deficiência impacta diretamente o desenvolvimento econômico, obrigando empreendimentos a buscarem soluções paliativas.
O presidente também ressaltou a mobilização das entidades locais, que formaram um fórum permanente para discutir o tema e contribuir com o poder público. “Há muitas pessoas capacitadas e dispostas a colaborar. As entidades querem participar ativamente para garantir um futuro melhor para a cidade”, disse.
Por fim, ele reforçou que a decisão do prefeito Jonas Tomazini foi acertada ao priorizar o estudo antes de qualquer definição contratual. “O serviço é municipal, e cabe ao município definir como ele deve ser prestado. O prefeito ouviu as entidades e a população, e isso demonstra responsabilidade. Seguir ouvindo a comunidade é o caminho correto”, concluiu.
