Neusa Pieta sugere que o município se espelhe no modelo adotado por Caxias do Sul
A mãe do menino Matheus, que possui diabetes tipo 1, Neusa Pieta, defende que Farroupilha avance na oferta de sensores de monitoramento de glicose e de atendimento especializado para crianças e adolescentes com a doença, tomando como referência iniciativas já adotadas em Caxias do Sul. Ela afirma que o município vizinho já disponibiliza sensores gratuitamente na rede pública, além de oferecer acompanhamento específico com equipe multidisciplinar para dar suporte às famílias. Segundo Neusa, Farroupilha ainda carece desse tipo de atendimento e a demanda já foi levada ao secretário de Saúde e a outras entidades na busca por alternativas.
Neusa explica que o sensor permite monitorar os níveis de glicose de forma contínua, evitando que a criança precise furar o dedo várias vezes ao dia. As informações são transmitidas em tempo real para o celular dos pais e também podem ser acompanhadas pelos serviços de saúde, o que facilita o controle da doença e traz mais segurança, inclusive no ambiente escolar. Segundo ela, cada sensor custa cerca de R$ 340 e precisa ser trocado a cada 15 dias, o que representa aproximadamente R$ 680 por mês. Apesar do custo, a liderança avalia que os benefícios para a saúde e para a qualidade de vida das crianças são muito maiores e defende que Farroupilha busque caminhos, por meio da Secretaria de Saúde ou do Legislativo, para viabilizar a iniciativa no município.
